quarta-feira, 23 de junho de 2010

"Dormir, talvez sonhar..."



Não tem beleza no caminho. Não tem sequer caminho. Ela é só um monte de carne e osso que se amontoa. Acumulou a sua vida e perdeu o bilhete premiado, justamente aquele que confirma que o jogo continua. Faz que desitiu, mas em silêncio, em segredo, ainda procura.

Mais vermelho, mais vermelho! Ela quer mais vermelho. E se interrompe com um copo de whisky. O amarelo vai tomando conta, tomando forma, ganhando a cama, e o mundo é uma enorme casa de repouso onde dormir é o único crime, porém, a única ação veradeiramente possível e inevitável.

2 parambólicos comentaram:

Resiliência Plástica disse...

laranja praela =)

Le Savoldi disse...

Mais amor é o minimo que vc merece, lua prata!