quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Corte lento


Vem de longe o cheiro da saudade

Vem por onde a flor se esconde
Catando vidros pelo caminho
Achando divertido porque são brilhantes
Sem saber que o que se sente
É vontade cortante
Do velho querer adormecido
Do esconderijo do sorriso
Da quimera entre vidros e diamantes

2 parambólicos comentaram:

Zombie Boy disse...

Muito bom... Mais uma vez parabéns pelo blog...

Marco de Moraes disse...

Contagiantes palavras que poderiam ser lidas através do mais rígido diamante.

Gostei do seu post.

Acesse tb:

http://palavrasproferidas.blogspot.com/2010/11/rejeicao-de-plumas.html

Abraços